Página - Relator pede ao presidente da Câmara prioridade na votação da Lei Kandir
Relator pede ao presidente da Câmara prioridade na votação da Lei Kandir
Efeito de Onda
Página Relator pede ao presidente da Câmara prioridade na votação da Lei Kandir
Crédito: Divulgação
Relator da proposta que pode destinar anualmente R$ 39 bilhões a Estados, Distrito Federal e Municípios, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) encaminhou expediente ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pedindo prioridade de votação ao Projeto de Lei Complementar 511/2018. A matéria, aprovada pela Comissão Especial Mista em 15 de maio, regulamenta as transferências da atual Lei Kandir.
Os recursos previstos são uma forma de a União compensar os Entes pela não incidência do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre exportações de bens primários e semielaborados e sobre operações interestaduais destinadas à industrialização e à comercialização.
No documento enviado ao presidente da Casa, Fagundes lembra que a revisão da lei se fez necessária após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que fixou um prazo de 12 meses para que o Congresso Nacional aprovasse Lei Complementar regulamentando os repasses. Caso não haja apreciação das novas regras na data fixada, que é agosto, caberá ao Tribunal de Contas da União estipular normas para o repasse e calcular as cotas das partes interessadas.
Ganhos
Além de pedir ampla mobilização por parte dos governos estaduais, o senador chamou atenção para o incentivo às exportações e criticou a “falta de rigor e de seriedade” na compensação da isenção fiscal do ICMS devida. Na tentativa de solucionar o problema ou minimizar os prejuízos, ele tratou de três pontos principais no relatório: “que a nova compensação deve representar ganho para Estados e Municípios em relação ao passado recente; que os repasses devem ser regulares e estáveis para permitir um melhor planejamento tributário para as unidades da Federação credoras; e que nova norma deve ser aprovada com urgência, justamente para que não sejamos obrigados a abrir mão de nossa competência”.
Pelo texto, haverá um período de transição de dois anos, quando será reduzido em 50% o montante devido no primeiro exercício após a entrada em vigor da lei proposta, e em 25% no segundo exercício. O valor anual devido será creditado em 12 parcelas mensais e iguais. Já os valores acumulados desde 2006 deverão ser repostos em até 30 anos. Além disso, o pagamento do Fundo de Exportação (FEX) de 2018 já de maneira impositiva: 30 dias após a sanção da Lei Complementar.
Tramitação
O PLP será votado inicialmente na Câmara dos Deputados, onde está aguardando ser pautado no plenário, e depois no Senado. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reforça que se trata de um projeto prioritário ao movimento.
Notícias para Você
Notícias para Você
25 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM realiza oficina prática sobre incidências tributárias na folha de pagamento do eSocial
Servidores das áreas de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal de 54 municípios de Mato Grosso participam nesta sexta-feira (25) de uma oficina prática sobre as tabelas de incidências tributárias na folha de pagamento exigidas pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais…
23 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM conclui votação complementar da eleição com participação de mais de 111 prefeitos
Foi realizada nesta quarta-feira (23), na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em Cuiabá, a votação complementar da eleição para a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da entidade, referente ao mandato de 2027 a 2029. A sessão ocorreu das 14h15 às 17h e reuniu prefeitos…