Página - Reforma tributária nacional é pauta de reunião entre Facmat e AMM
Reforma tributária nacional é pauta de reunião entre Facmat e AMM
Efeito de Onda
Página Reforma tributária nacional é pauta de reunião entre Facmat e AMM
Crédito: Assessoria Facmat
O presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresarias de Mato Grosso (Facmat) e da Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC), Jonas Alves, reuniu-se na manhã desta quinta-feira (19.09), com o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, para falar da preocupação do setor em relação à reforma tributária que tramita em dois projetos, um na Câmara e outro no Senado Federal.
Segundo Alves, o setor empresarial busca conhecer o que pensam os municípios sobre a reforma tributária, bastante debatida em Brasília, e pouco no Estado, para construir um posicionamento conjunto. “Nosso objetivo é discutir o que é bom para os municípios, para o Estado, para o comércio e os empresários, já que existe uma linha que defende a concentração de receita no governo federal para distribuição aos entes federados e isso é preocupante", comenta.
O presidente da Facmat alerta que os municípios são os mais prejudicados nas questões tributárias e lembra que recentemente o governo estadual aumentou a carga tributária para o setor do comércio. “Algumas empresas terão aumento de até 35% na alíquota, nós não esperávamos isso”, afirmou.
Neurilan Fraga segue o mesmo raciocínio e também demonstrou preocupação quanto os trâmites da reforma tributária. “Estamos acompanhando as discussões em Brasília, atentos com os dois projetos. Recentemente os governos estaduais entregaram algumas premissas e tem ainda as do governo federal”, disse.
Porém, conforme Fraga, a que tramita no Senado, elaborada com base em um relatório do ex-deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), é a mais preocupante, porque engloba todos os impostos, centraliza para a União, enquanto a da Câmara, de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e do economista Bernard Appy, busca mais alternativas para o comércio. “Estamos trabalhando a da Câmara Federal, estou negociando para trazer o Baleia ou o Appy para falar sobre essa proposta aqui em Cuiabá”, concluiu Fraga.
Propostas
O texto de Appy cria o IBS (Imposto sobre Operações com Bens e Serviços), que substitui três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal. A mudança ocorreria em uma transição de 10 anos até a unificação e em 50 anos até a compensação de eventuais perdas de arrecadação de Estados e municípios.
Já o texto do Senado, de Hauly, prevê a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), mas com a extinção de nove tributos: IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação, Cide-Combustíveis (todos federais), ICMS (estadual) e o ISS (municipal). Além disso, o ex-deputado avança e propõe o Imposto Seletivo para bens e serviços específicos, que não tributaria medicamentos e alimentos, considerados essenciais para a população.
Notícias para Você
Notícias para Você
25 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM realiza oficina prática sobre incidências tributárias na folha de pagamento do eSocial
Servidores das áreas de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal de 54 municípios de Mato Grosso participam nesta sexta-feira (25) de uma oficina prática sobre as tabelas de incidências tributárias na folha de pagamento exigidas pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais…
23 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM conclui votação complementar da eleição com participação de mais de 111 prefeitos
Foi realizada nesta quarta-feira (23), na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em Cuiabá, a votação complementar da eleição para a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da entidade, referente ao mandato de 2027 a 2029. A sessão ocorreu das 14h15 às 17h e reuniu prefeitos…