Página - Presidente da Comissão e relatora da PEC do Fundeb detalham proposta
Presidente da Comissão e relatora da PEC do Fundeb detalham proposta
Efeito de Onda
Página Presidente da Comissão e relatora da PEC do Fundeb detalham proposta
Crédito: Divulgação
Relatora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/2015, que garante a continuidade do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) esteve na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta quarta-feira, 27 de novembro.
Acompanhada do presidente da Comissão Especial, deputado Bacelar (Pode-BA), ela se reuniu com o presidente Glademir Aroldi e as equipes técnicas de Educação e da Assessoria Parlamentar da entidade. Os parlamentares detalharam alguns pontos da proposta e ouviram posicionamento da entidade municipalista. Como Dorinha lembrou, atualmente pelo Fundo são redistribuídos aos Municípios R$ 22 bilhões dos Estados e R$ 14 da União.
“Vou apresentar o texto final da PEC na próxima semana e temos que aprová-lo nas duas Casas até maio, junho de 2020, que é quando começam as discussões do Orçamento”, justificou. A matéria tramita em uma Comissão Especial da Câmara e ainda terá de ser apreciado em sessão plenária pelos deputados e senadores. O Fundeb está previsto para acabar em dezembro de 2020.
Princípios
Como eixos principais, a relatora definiu uma maior complementação da União para o Fundo, o critério de redistribuição por Município, não por Estado, e a prioridade à educação infantil. “Queremos mais dinheiro da União, dos 10% começando com 15%, subindo 2,5 pontos percentuais por ano até chegar a 40%, que seria o ideal segundo os estudos. Hoje os Municípios bancam quase sozinhos a educação infantil, que é a mais cara e a mais sacrificada do ponto de vista de financiamento. Os repasses não cobrem nem 50%”, lamentou.
Para beneficiar as localidades mais carentes, haverá mudança nos critérios. O argumento é semelhante ao da CNM e vai de encontro ao que a entidade defende: há Municípios pobres em Estados ricos e o contrário também. Segundo Dorinha e Bacelar, um modelo híbrido deverá ser adotado para minimizar impactos e corrigir distorções ao longo dos anos.
A deputada contou ainda que há uma preocupação em como a Reforma Tributária vai mexer com as fontes de financiamento. “Para proteger o volume de recursos para a educação, estabelecemos que toda unificação ou criação de impostos deverá preservar os percentuais”.
Aroldi complementou falando de três pontos que estão nos debates recentes sobre o setor e que também merecem atuação do movimento e dos deputados: o piso aluno das séries iniciais, o percentual da folha de pagamento e o piso nacional do magistério. O presidente da CNM explicou que haverá reunião do Conselho Político da entidade na próxima segunda-feira e que a PEC será abordada para emitir posicionamento municipalista.
Notícias para Você
Notícias para Você
25 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM realiza oficina prática sobre incidências tributárias na folha de pagamento do eSocial
Servidores das áreas de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal de 54 municípios de Mato Grosso participam nesta sexta-feira (25) de uma oficina prática sobre as tabelas de incidências tributárias na folha de pagamento exigidas pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais…
23 de Setembro de 2026 Destaques AMM
AMM conclui votação complementar da eleição com participação de mais de 111 prefeitos
Foi realizada nesta quarta-feira (23), na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em Cuiabá, a votação complementar da eleição para a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da entidade, referente ao mandato de 2027 a 2029. A sessão ocorreu das 14h15 às 17h e reuniu prefeitos…