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Página - Presidente da AMM pede cautela do Ministério Público de Mato Grosso

Presidente da AMM pede cautela do Ministério Público de Mato Grosso

Efeito de Onda

Página Presidente da AMM pede cautela do Ministério Público de Mato Grosso

  • 30/03/2021 às 15:29

Fonte: Agência de Noticias da AMM

Crédito: Assessoria MP-MT

O presidente da Associação Mato-grossense do Municípios, Neurilan Fraga lamenta o fato do Ministério Público, pedir o afastamento do prefeito de Campo Novo do Parecis, Rafael Machado, que se manifestou em rede sociais e pelo site do município, sobre o cumprimento do Decreto do Governo do Estado. O presidente pediu cautela do Ministério Público neste momento de dificuldade que os prefeitos estão enfrentando no combate a pandemia da Covid-19.  

Fraga informou que os prefeitos estão sob pressão e preocupados com a situação da pandemia. De um lado, o segmento econômico que precisa continuar funcionando para garantir emprego e renda, diante da crise financeira. De outro, a crise na Saúde com o avanço de casos de contaminação e de óbitos. “Os gestores estão vivenciando uma situação crítica, com pessoas na fila a espera de leitos de UTI e de enfermaria, além de oxigênio.

Neurilan ressalta também que os prefeitos vem adotando medidas, por meio de decretos municipais, desde início da pandemia, mas que parte da população não segue as recomendações.

Na avaliação do presidente da AMM, se as medidas estivessem sendo respeitadas pela população desde o início, os municípios não teriam chegado a este ponto de classificação de risco muito alto. Segundo ele, os prefeitos têm um outro problema: Não dispõem de um aparato policial para fiscalizar e fazer com que a população cumpra as medidas contidas no Decreto Estadual. “O que fazer, se as prefeituras não têm o poder de polícia? Indagou. Temos acompanhado o esforço que os prefeitos estão fazendo, para que haja o respeito ás medidas de biossegurança, visando frear o avanço da pandemia. 

Neurilan destaca que os gestores municipais precisam do apoio das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Procon, da Polícia Rodoviária Federal e das forças armadas através das unidades com sede no Estado, para fiscalizar o cumprimento das medidas. “Este esforço em conjunto, contribuirá no sentido de conscientizar a população e consequentemente, diminuirá o número de contaminados e a taxa de ocupação dos leitos de UTI”, garantiu.

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