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Página - Presidente da AMM contesta acusações do deputado Wilson Santos

Presidente da AMM contesta acusações do deputado Wilson Santos

Efeito de Onda

Página Presidente da AMM contesta acusações do deputado Wilson Santos

  • 13/05/2020 às 22:02

Fonte: Agência de Notícias da AMM

Crédito: Divulgação

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, rebateu as afirmações do deputado Wilson Santos, que nesta quarta-feira fez declarações que induzem a população a acreditar que os prefeitos estão fazendo mau uso dos recursos recebidos do governo federal para combate à pandemia do novo coronavírus. “Em nome dos prefeitos do estado de Mato Grosso, lamentamos as afirmações proferidas pelo deputado Wilson Santos, que em matérias divulgadas na imprensa e nas redes sociais, tenta induzir a população mato-grossense a acreditar que os atuais gestores municipais estão fazendo ou farão “farras”  com o dinheiro público e que a “roubalheira está de norte a sul” , com os recursos que estão recebendo do governo federal para  o combate ao novo coronavírus”, assinalou.

Fraga ressaltou que o deputado presta um desserviço ao dar informações distorcidas à sociedade quando afirma que a prefeitura de Rondonópolis receberá como ajuda financeira do governo federal R$ 700 milhões, quando na verdade o valor que será repassado para o município será de R$ 64.138.760,55. Já Cuiabá receberá R$ 168 milhões e não R$ 200 milhões como afirmou na sua fala.

O presidente da AMM destaca que os atuais gestores têm pautado as suas ações na transparência, honestidade e, acima de tudo, na responsabilidade, seguindo as leis vigentes. “Repudiamos a sua versão, que generaliza e coloca todos os gestores na mesma vala comum. Antes de acusar, é preciso verificar a história de vida de cada prefeito, bem como certificar da existência de fatos concretos ocorridos nos municípios de Mato Grosso nesta gestão e em gestões anteriores, inclusive da que ele foi prefeito da Capital do estado de Mato Grosso”, recomendou.

Fraga informa que os órgãos de controle e fiscalização, como Câmaras Municipais, o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público acompanham, orientam e fiscalizam as gestões municipais. A AMM, em  parceria com  o TCE, tem desempenhado várias ações no sentido de orientar os gestores municipais na aplicação eficiente e transparente dos recursos públicos.  “Os gestores municipais aceitam orientação e até críticas construtivas, mas não aceitam acusações infundadas em relação à aplicação dos recursos, especialmente agora, que todos estão preocupados e empenhados em atender a população neste momento difícil de enfrentamento de uma pandemia, cuja prioridade é evitar mortes e salvar vidas”, argumentou.

Ele também reforça que os municípios que decretaram calamidade pública o fizeram de acordo com a legislação. “A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que a calamidade pública para fins fiscais deve ser reconhecida pela Assembleia Legislativa do Estado, por isso os prefeitos estão encaminhando os decretos de calamidade pública para o seu devido reconhecimento, seguindo a lei vigente”, frisou.

Contestação
Wilson Santos
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