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Página - Jornal Valor Econômico divulga matéria sobre royalties do petróleo

Jornal Valor Econômico divulga matéria sobre royalties do petróleo

Efeito de Onda

Página Jornal Valor Econômico divulga matéria sobre royalties do petróleo

  • 26/07/2019 às 09:40

Fonte: Agência CNM

Crédito: Agência CNM

O compromisso do Supremo Tribunal Federal (STF) de colocar em votação a constitucionalidade da lei que trata da redistribuição dos royalties de petróleo foi tema do texto Royalties do petróleo crescem e "enriquecem" cidades fluminensesoyalties do petróleo crescem e "enriquecem" cidades fluminenses, do Valor Econômico. Publicada nesta quinta-feira, 25 de julho, a matéria menciona a expectativa de apreciação da matéria em novembro e a atuação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) acerca do tema.

Ao afirmar embate entre Estados e Municípios sobre o direito aos royalties do petróleo e do gás natural, o jornal diz que o assunto vai voltar à pauta do Supremo em meio a expectativas de crescimento das receitas petrolíferas nos próximos anos. Projeções da Agência Nacional do Petróleo (ANP) é de aumento na arrecadação em 2019 aos Municípios com royalties e participações especiais, passando de R$ 10,95 bilhões, em 2018, para R$ 12,3 bilhões, e crescendo 33% até 2023, indo para R$ 14,5 bilhões.

“Levantamento feito pelo Valor com base em previsões oficiais da ANP mostra que 58% das cidades que recebem royalties do petróleo terão pela frente alguns anos de queda na arrecadação”, destaca o texto. Em contrapartida, Municípios fluminenses vão vivenciar um crescimento de 32% nas receitas petrolíferas, a projeção sugere um declínio na renda sobre a produção de óleo e gás em cidades paulistas e capixabas. Desigualdade que pode ser combatida com a decisão do STF sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4917.

Quase 17% dos 5.568 Municípios do país recebem royalties e há cidades, segundo o Valor Econômico, que contam com mais de R$ 1 bilhão por ano, como Maricá e Niterói, no Rio de Janeiro. Quase metade dos 932 Municípios que têm esses royalties, porém, deve fechar o ano com receitas petrolíferas inferiores a R$ 50 mil.

O texto explica ainda que os critérios de repasse de royalties criaram impasse em 2012, quando o Congresso aprovou a Lei 12.734/2012, que alterou as regras de redistribuição e reduziu as transferências para os Estados produtores em favor dos demais. Temendo a perda de receitas bilionárias, o governo do Rio logo recorreu ao STF e, em 2013, por meio de uma liminar da ministra Carmen Lúcia, os efeitos da lei foram suspensos. O assunto, agora, está na agenda da corte para o dia 20 de novembro.

A matéria menciona defesa da CNM pela distribuição mais igualitária e a pressão política para que o Supremo retome as discussões sobre o assunto. “A entidade defende que todos os Municípios sejam contemplados com recursos provenientes da produção de óleo brasileira. A CNM calcula que mais de R$ 50 bilhões deixaram de ser distribuídos para regiões não produtoras, entre 2013 e 2018”, explica.

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