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Página - Gestores pressionam para derrubar veto ao projeto sobre desoneração da folha de pagamento

Gestores pressionam para derrubar veto ao projeto sobre desoneração da folha de pagamento

Efeito de Onda

Página Gestores pressionam para derrubar veto ao projeto sobre desoneração da folha de pagamento

  • 13/12/2023 às 09:47
  • - Atualizado há 3 anos

Fonte: Agência de Notícias CNM

Crédito: Divulgação

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) e a Associação Matogrossense dos Municípios (AMM) mobilizam os gestores para pressionar o Congresso Nacional, visndo a derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei 334, que prevê a desoneração da folha de pagamento. Os parlamentares devem apreciar a matéria em sessão nesta quinta-feira.

texto foi vetado na íntegra por Lula, mas a medida recebeu críticas de parlamentares do centrão, incluindo o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco. A desoneração custa R$ 9,4 bilhões por ano aos cofres públicos, mas, quem defende a proposta, argumenta que ela é fundamental para a sobrevivência dos setores que mais empregam no país.

O movimento municipalista defende, principalmente, o trecho que estabelece a redução de 20% para 8% da alíquota patronal recolhida pelas prefeituras ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo a CNM, a medida beneficia ao menos 5.366 municípios do Brasil, e a desoneração de 60% da alíquota pode representar uma economia de R$ 11 bilhões por ano às prefeituras. 

 A expectativa é que o Congresso Nacional derrube o veto de Lula, que impacta diretamente 17 setores da economia, incluídos na proposta e que vão desde vestuário até a construção civil. Em agosto, o Ministério da Fazenda argumentou que a desoneração seria inconstitucional, uma vez que desde a reforma da Previdência estariam vedadas medidas que reduzissem a arrecadação das aposentadorias. 

O governo federal também procura maneiras de aumentar a arrecadação, na medida em que ainda busca o déficit zero nas contas públicas, defendido pelo ministro Fernando Haddad. O veto foi visto como uma vitória do chefe da Fazenda Nacional, afirmando que apresentaria uma proposta alternativa ao presidente Lula. 

A desoneração foi estabelecida por medida provisória ainda durante o governo de Dilma Rousseff em 2011, tendo sucessivas prorrogações. A proposta quer estender o benefício até 2027, mas caso o veto de Lula não seja derrubado, a medida perde validade na virada de 2023 para 2024.

Em outubro deste ano, mais de dois gestores foram à Brasília, para pressionar deputados e senadores. A força mostrada pelo movimento municipalista foi fundamental para a decisão de rejeição das mudanças. 

Desoneração da Folha
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