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Página - CCJ do Senado se reúne pela 1ª vez para discutir proposta

CCJ do Senado se reúne pela 1ª vez para discutir proposta

Efeito de Onda

Página CCJ do Senado se reúne pela 1ª vez para discutir proposta

  • 16/08/2019 às 08:40

Fonte: Agência CNM

Crédito: Agência Brasil

A fase deliberativa da tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, sobre a Reforma da Previdência, começou a contar na quarta-feira, 14 de agosto, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A mesa aprovou ontem uma série de pedidos dos senadores para a realização, na próxima semana, de audiências públicas para discussão do texto.

Na terça, 13, os líderes partidários já haviam definido um calendário para que a proposta seja votada no Senado. A previsão é de que na próxima semana a CCJ se debruce em audiências públicas, com a presença de representantes do governo e de entidades, economistas e especialistas no assunto.

A expectativa dos senadores é que a votação em primeiro turno do texto em plenário comece dia 18 de setembro e, em segundo turno, no dia 2 de outubro. Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a promulgação da matéria aconteceria entre os dias 8 e 10 de outubro.

O relator da Previdência no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), foi o primeiro a apresentar na CCJ um requerimento para audiência pública na próxima semana. Com o pedido pelo colegiado, a discussão deve ser na segunda-feira, 19. Jereissati afirmou que o objetivo é seguir o calendário previsto pelos líderes e concluir a votação em segundo turno no dia 2 de outubro.

Inclusão dos Municípios
Em reunião com parlamentares e com o ministro da Secretária de Governo na sede da Confederação Nacional de Municípios (CNM) nesta quarta-feira, 13, o presidente da entidade, Glademir Aroldi, voltou a reforçar a necessidade de se incluir os Estados e Municípios na reforma.

"Só para os Municípios com RPPS [Regime Próprio de Previdência Social] a economia em dez anos é de R$ 170 bilhões. Tratamos com Alcolumbre e o relator Tasso Jereissati de tramitar em PEC paralela e até separar Estados e de Municípios. Alguns Estados podem até conseguir fazer suas reformas, mas dos 2.108 Municípios nenhum vai conseguir", alertou Aroldi.

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