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Página - CAE vai analisar inclusão do Mato Grosso em Fundo de Financiamento do Norte

CAE vai analisar inclusão do Mato Grosso em Fundo de Financiamento do Norte

Efeito de Onda

Página CAE vai analisar inclusão do Mato Grosso em Fundo de Financiamento do Norte

  • 29/07/2016 às 14:43

Fonte: Agência Senado

Crédito: Edilson Rodrigues

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) faz na terça-feira (2) sua primeira reunião do semestre. Na pauta estão 13 itens, entre eles o PLS 51/2016, do senador Roberto Rocha (PSB-MA), que inclui Mato Grosso entre os beneficiados do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).

A relatoria é de Wellington Fagundes (PR-MT), favorável à aprovação do projeto, que tramita de forma terminativa. Ou seja, se for aprovado na CAE, será enviado à Câmara dos Deputados sem passar pelo Plenário do Senado.

Além do Mato Grosso, o projeto inclui também no FNO parte do estado do Maranhão que está sob área de atuação da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).

O autor argumenta que são duas regiões de transição e requerem políticas mais condizentes com as condições da Amazônia Legal. "Isso ocorre porque Mato Grosso abriga uma área de transição entre o cerrado e a região amazônica; e uma parte do Maranhão abriga uma área de transição entre o Nordeste semiárido e o Norte úmido", justifica.

O relator, por sua vez, concluiu que o projeto vai contribuir para o desenvolvimento regional do país. Além disso, lembrou que um outro fundo já teve sua área de atuação estendida. O Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FNE) atualmente engloba também norte de Minas e Espírito Santo.

Os fundos regionais de desenvolvimento recebem parcelas de recursos tributários da União para a implantação de políticas de desenvolvimento e de redução das desigualdades por meio da execução de projetos de financiamento ao setor produtivo. O FNO é operado pelo Banco da Amazônia.

Ciência

Outro projeto a ser analisado na terça-feira pela CAE é o PLS 594/2015, do senador Lasier Martins (PDT-RS), que veda o contingenciamento de recursos orçamentários para ciência, tecnologia e inovação.

Trata-se de um projeto de lei complementar que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal. O relator é Cristovam Buarque (PPS-DF), que é favorável à aprovação da proposta. Para ele, com tais setores livres do contingenciamento, haverá menos empecilho para o progresso tecnológico e, consequentemente, para o crescimento econômico.

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