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Página - CAE aprova criação de programa de inclusão digital na educação básica

CAE aprova criação de programa de inclusão digital na educação básica

Efeito de Onda

Página CAE aprova criação de programa de inclusão digital na educação básica

  • 15/05/2024 às 08:30
  • - Atualizado há 2 anos

Fonte: Agência Senado

Crédito: Freepik

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (14) projeto que cria o Programa Nacional de Inclusão Digital para a Educação Básica. O PL 4.538/2020, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), recebeu parecer favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e segue agora para a análise da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT).

O programa beneficiará alunos de baixa renda regularmente matriculados em escolas públicas de ensino infantil, fundamental e médio e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) com fornecimento de equipamentos para acesso à internet, além da própria conexão à rede. 

Os equipamentos podem ser computadores, roteadores, modems, tablets, chips ou smartphones, entre outros. Já o serviço de acesso à internet pode ser de forma direta ou por meio de prestadora de serviço de telecomunicações, na modalidade fixa ou móvel.

Confúcio Moura apresentou o projeto ao detectar, durante a pandemia da covid-19 — quando houve a suspensão das atividades escolares —, a disparidade entre os estudantes de famílias de baixa renda e aqueles com acesso a ferramentas tecnológicas para aulas à distância, principalmente os da rede privada de ensino. 

Recursos

O programa deverá ser custeado com recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel — Lei 5.070, de 1966) e gerido pelos Ministérios das Comunicações e da Educação. Caberá à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) implantar as ações.

A respeito do impacto orçamentário, Damares Alves indicou em seu relatório que, entre 2019 e 2022, a arrecadação do Fistel superou o valor das aplicações em R$ 6,99 bilhões. “Acreditamos na existência de recursos suficientes para a implantação do programa proposto, cuja implementação deverá, ainda, observar a lei orçamentária anual”, ressaltou a relatora.

Para Damares, é fundamental a ampliação do acesso às tecnologias de informação e comunicação pelos estudantes, considerando a recente ampliação do uso das ferramentas digitais em todo o mundo.

Na discussão da proposta, o projeto foi elogiado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), que presidiu a reunião, e pelas senadoras Margareth Buzetti (PSD-MT) e Teresa Leitão (PT-PE), que destacaram a necessidade de integrar educação e tecnologia.

— A pandemia nos provou que a educação pelo meio remoto, se não for muito bem aquecida de projetos pedagógicos que considerem a figura do professor e da professora e se não houver condições de materiais, de tablets, de celulares, de redes funcionando, a gente pode cair em mais um aspecto da desigualdade, que é a desigualdade digital — declarou Teresa Leitão.

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