Página - Bate-Papo com a CNM traz a nova tabela de fontes e o impacto nos Municípios
Bate-Papo com a CNM traz a nova tabela de fontes e o impacto nos Municípios
Efeito de Onda
Página Bate-Papo com a CNM traz a nova tabela de fontes e o impacto nos Municípios
Crédito: Agência CNM de Notícias
A Nova Tabela de Fontes de 2023 e o impacto no planejamento, execução e controle dos recursos públicos foi o tema do Bate-Papo com a CNM desta sexta-feira, 7 de outubro. O código de Fonte de Recursos é um marcador contábil importante para a administração pública municipal, pois indica a origem de determinado recurso e a sua necessária destinação. Ou seja, é com esses códigos que o gestor pode avaliar e planejar as ações que serão executadas destinando os recursos certos para as despesas que são planejadas e autorizadas na Lei Orçamentária Anual (LOA).
O contador-geral do Estado da Bahia, Manuel Filho, reforçou que a tabela de fonte/destinação de recursos é um conceito muito comum onde se estabelece a origem do recurso e a aplicação dele. “Você arrecada recursos de diversas origens e eles vão entrando nas contas prioritárias, mas o dinheiro não tem carimbo. Por isso, a contabilidade pública utiliza uma sistemática com codificação de fonte e destinação de recursos para que, contabilmente, seja possível amarrar a origem do recurso e o seu destino, acompanhando a norma de aplicação dele”, completou.
A padronização de outros marcadores já existia para os contadores, como para o Ementário de Receita, Elementos de Despesa e Plano de Contas (PCASP), mas era necessário agrupar esses marcadores e garantir maior rastreabilidade e transparência aos recursos público, conforme reforça o consultor em contabilidade pública da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Marcus Cunha. “Quando eu arrecado com a codificação de fonte, eu já sei onde eu posso gastar aquele recurso. Da mesma forma quando eu executo, eu sei de onde veio o recurso. O marcador é o elo entre receita e despesa, que vai dar uma abordagem mais profunda sobre a contabilidade pública e registros”, ressaltou.
Os Tribunais de Contas possuem sistemas de coletas de dados dos Municípios estruturados para captar dados com a codificação estabelecida por eles. Por isso, a necessidade dos gestores municipais adaptarem os Municípios nessa nova norma. Caso não haja, a mudança nas codificações sem uma adaptação e divergente pelo Município pode provocar um desalinhamento às regras de contabilidade definidas e exigidas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), e isso fatalmente compromete a consolidação de contas públicas a nível nacional, a boa prestação de contas e gerenciamento correto dos recursos públicos.
Notícias para Você
Notícias para Você
15 de Outubro de 2026 Destaques AMM
AMM participa de evento nacional de engenharia em busca de inovação para os municípios
Equipe da Central de Projetos da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) participa da 81ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), que segue até esta sexta-feira (16), em Aracaju (SE). Com o tema “Inovação e Engenharia para Desenvolver o Brasil”, o evento reúne profissionai…
14 de Outubro de 2026 Destaques AMM
Gestores de mais de 100 municípios participam de encontro para discutir impactos da Reforma Tributária em MT
O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios teve início nesta quarta-feira (14), na Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE/MT), com a participação de gestores de 135 municípios de Mato Grosso. O evento é promovido pela Comissão Permanente de…