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Página - Após pedido de vista, proposta que veda encargo sem previsão no orçamento fica para fevereiro

Após pedido de vista, proposta que veda encargo sem previsão no orçamento fica para fevereiro

Efeito de Onda

Página Após pedido de vista, proposta que veda encargo sem previsão no orçamento fica para fevereiro

  • 17/12/2021 às 08:22

Fonte: Agência CNM

Crédito: Rodolfo Stuckert

Após pedido pedido de vista da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT), a apreciação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 122/2015, que veda a criação de encargos sem a indicação da fonte de custeio, ficou agendada para o dia 3 de fevereiro de 2022. A matéria, relatada pelo deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), que estava na pauta de votação da comissão especial nesta quinta-feira, 16 de dezembro, teve o pedido de vista apresentado pelo deputado Pedro Uczai (PT-RS). 

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que a pauta é uma das prioridades do movimento municipalista e fez parte do rol de matérias discutidas pelos gestores municipais que estiveram em Brasília para a Mobilização Municipalista organizada pela entidade. “Avançamos em temas que ficaram anos parados aqui na Casa, como a PEC 122, que proíbe criação de encargos para os Municípios sem dizer qual é a fonte de custeio”, pontuou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, durante discurso no auditório Nereu Ramos com a presença de centenas de prefeitos. 

Na reunião de hoje, o deputado Silvio Costa Filho destacou a necessidade da aprovação da pauta municipalista e garantiu o acordo com os demais parlamentares para que a matéria seja votada no retorno das atividades no próximo ano. “Conversamos com a CNM e tivemos a oportunidade de dialogar com vários prefeitos de todo Brasil. E ontem a CNM fez aqui no Plenário Nereu Ramos um amplo debate sobre a PEC 122 com mais de 800 prefeitos. E eu fiquei impressionado de como é uma unanimidade entre todos a necessidade da Câmara aprovar a PEC 122. Ontem ficou deliberado que a CNM vai enviar uma nota aqui para a comissão com o apelo para que pudéssemos votar essa matéria que é fundamental para dar previsibilidade, dar segurança jurídica aos prefeitos e eles poderem conseguir fazer planejamento para os próximos anos”, destacou o parlamentar. 

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