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Página - AMM participa de debate sobre impactos da reforma tributária em Mato Grosso

AMM participa de debate sobre impactos da reforma tributária em Mato Grosso

Efeito de Onda

Página AMM participa de debate sobre impactos da reforma tributária em Mato Grosso

  • 25/06/2025 às 15:47

Fonte: Agência de Notícias da AMM

Crédito: Divulgação AMM

O novo sistema tributário nacional trará muitos desafios para Mato Grosso e um dos principais será a perda de arrecadação e da capacidade de investimentos nos próximos anos. O assunto foi amplamente debatido nesta quarta-feira (25) no seminário “Minas é Integração - Centro-Oeste”, promovido pela Associação Brasileira de Direito Tributário (ABRADT) em parceria com o Sistema Fiemt.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, participou do painel Federalismo e os Desafios da Reforma Tributária para o Centro-Oeste e ressaltou a preocupação com as consequências que o novo modelo tributário trará para os municípios do estado. “Grande parte dos municípios não possui arrecadação própria e depende de repasses federais e estaduais. A projeção de perda de arrecadação futura poderá ter um grande impacto econômico e social no estado. Por isso é importante debatermos alternativas para esse novo cenário para minimizar os impactos nas gestões locais e na vida dos cidadãos”, assinalou.

Bortolin ressaltou que a AMM se mobilizou para que os municípios de Mato Grosso indicassem cinco representantes para concorrerem na eleição dos membros do Conselho Superior do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). Esse comitê vai coordenar a arrecadação, fiscalização, cobrança e distribuição do IBS, tributo criado pela reforma tributária para substituir o Imposto sobre Serviços (ISS) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A expectativa é  representantes do estado ocupem pelo menos quatro vagas das 81 que integram o Conselho.

O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, também participou do Painel e ressaltou que Mato Grosso é o estado que mais vai perder arrecadação no país com o novo modelo tributário e a mudança no perfil do repasse financeiro. A projeção é que em 2033 a redução seja de R$ 349 milhões, podendo alcançar a cifra de R$ 1,3 bilhão em 2042.  “Não teremos federalismo cooperativo efetivo com o novo modelo tributário”, afirmou.

Um dos principais fatores que geram o recuo financeiro do estado é que o recolhimento do ICMS passará a ser no local de consumo e não mais no de produção. Gallo ressaltou ainda que 80% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá o ICMS e o ISS, serão distribuídos de acordo com o contingente populacional. A tendência de perda  em Mato Grosso se confirma devido à baixa população do estado.

 

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