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Página - AMM adere à campanha Setembro Amarelo e realiza atividades de conscientização

AMM adere à campanha Setembro Amarelo e realiza atividades de conscientização

Efeito de Onda

Página AMM adere à campanha Setembro Amarelo e realiza atividades de conscientização

  • 23/09/2019 às 09:22

Fonte: Agência de Notícias da AMM

Crédito: Agência de Notícias da AMM

Iluminada com as cores amarelas, a Associação Mato-grossense dos Municípios está engajada na campanha que neste mês chama a atenção da sociedade brasileira sobre a prevenção ao suicídio. O Setembro Amarelo foi criado em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida – CVV, Conselho Federal de Medicina e Associação Brasileira de Psiquiatria e desde então ganha cada vez mais adesão de entidades, instituições e cidadãos comuns que se preocupam com o tema.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, disse que a instituição está atenta e apoia iniciativas que simbolizam o compromisso com a vida e com o bem comum. “Esta campanha, em especial, tem um significado muito importante, pois está ligada à valorização do que temos de mais precioso, a vida. Dessa forma a AMM está iluminada com as cores amarelas e promovendo atividades de sensibilização com a nossa equipe para que todos também participem desse importante movimento social”, assinalou. 

Para ampliar o debate sobre o assunto e promover a conscientização dos colaboradores, a AMM realizou,  na sexta-feira (20), uma palestra com o tema “Tenho depressão. E agora?”, ministrada pelo empreendedor social Allan Barros, que possui um livro homônimo.

Allan, que tem 36 anos e foi diagnosticado com depressão aos 15, disse que não se fala em cura para a doença, mas em superação. Ele destaca que depressão não tem culpado porque não tem motivo. Essa condição também o levou a ter pensamentos suicidas por vários anos, até se conscientizar que “suicídio não era solução nem opção”.

Segundo Allan, há cerca de 800 mil casos de suicídio por ano no mundo.  “A cada 40 segundos alguém suicida e no Brasil, a cada 45 minutos, alguém tira a própria vida”, afirmou, acrescentando que os números podem ser bem mais alarmantes, pois há muito casos que não são notificados.

O palestrante destacou, ainda, que cerca de 90% dos casos de suicídio poderiam ter sido evitados, se houvesse acolhimento e tratamento fraterno. Ele ponderou também que não existe coragem nem fraqueza no suicídio. “É um ato de profundo desespero. Suicidas não querem morrer, querem acabar com a dor”, afirmou.

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