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Página - Vacina pentavalente volta a ser distribuída em São José do Rio Claro

Vacina pentavalente volta a ser distribuída em São José do Rio Claro

Efeito de Onda

Página Vacina pentavalente volta a ser distribuída em São José do Rio Claro

  • 22/01/2020 às 10:12

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento recebeu na manhã desta terça-feira (21) um lote com 150 unidades da vacina pentavalente, em São José do Rio Claro. As doses estavam em falta na Rede de Distribuição Estadual à Unidade Municipal desde outubro do ano passado devido o desabastecimento nacional. 

A pentavalente é a combinação de cinco vacinas que protege, simultaneamente, contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra uma bactéria responsável por infecções no nariz, meninge e garganta. Os bebês devem tomar as doses aos dois, quatro e seis meses de vida. Contudo, testes do Ministério da Saúde reprovaram um lote importado pelo governo, o que resultou em falta do medicamento nas prateleiras das Unidades de Saúde da Família (USFs).

De acordo com a responsável pelos procedimentos logísticos e administrativos vacinais (Rede de Frio), Márcia Zeri, a quantidade de doses destinada ao Município é muito inferior à demanda aferida.

“Infelizmente, tivemos um problema de desabastecimento ocasionado pela falta de produtos emitidos pelo Estado, o que zerou o nosso estoque e prejudicou o andamento dos trabalhos. As 150 unidades representa somente 20% do que realmente necessitamos para atuar na cobertura vacinal estimada”, protesta.

Conforme a justificativa do Ministério da Saúde (MS), de junho a dezembro do ano passado, a oferta foi irregular por causa de problemas com os fornecedores. Ainda segundo o órgão, o Brasil vem comprando a vacina por meio do Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), pois não existe laboratório produtor no país.

Em julho de 2019, lotes de um laboratório pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) foram reprovados em testes do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde e em análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Apesar de insuficiente, o controle vacinal deverá ocorrer ordeiramente nas Unidades de Saúde da Família (USFs), enquanto houver em estoque e até que haja a regularização efetiva por parte do Estado por meio do Ministério da Saúde. 

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