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Página - Secretaria da Mulher percorrerá 21 bairros em campanha contra violência doméstica

Secretaria da Mulher percorrerá 21 bairros em campanha contra violência doméstica

Efeito de Onda

Página Secretaria da Mulher percorrerá 21 bairros em campanha contra violência doméstica

  • 22/11/2022 às 16:33

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Vicente Aquino

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, irá percorrer 21 bairros, a partir desta terça-feira (22), durante os 21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra Mulheres, campanha internacional voltada à mobilização contra à violência doméstica e familiar.

A ação tem o objetivo de conscientizar e compartilhar informações com a comunidade para o acesso da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica.

Serão encontros realizados nos bairros com duas horas de duração que poderão acontecer nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) ou mesmo Associação de Bairros.

“Estaremos nas quatro regiões de Cuiabá, inclusive terão pólos que iremos ter três encontros com palestras e rodas de conversas. Vamos levar todas as informações acerca do ciclo da violência, porque muitas vezes, essas mulheres já estão vivendo essa realidade não sabem identificar”, disse Cely Almeida, secretária da pasta, em relação às fases da violência doméstica.

O intitulado ‘Violentrômeto’ mostra 18 etapas presente no ciclo da violência que vão desde a chantagem até a última consequência que é o feminicídio. O instrumento ainda demarca três fases que compõem essas etapas: Cuidado! A Violência está presente; Reaja! Denuncie e peça ajuda e, por último, Alerta! Sua vida está em perigo.

Segundo a primeira-dama Márcia Pinheiro, é necessário ir além de oferecer canais e instrumentos de denúncia, pois o Poder Público precisa estimular, informar e incentivar a conscientização feminina.

“Existe uma pesquisa que 20% das mulheres agredidas pelos seus maridos ficam em silêncio. Outra pesquisa mostra que 2% da população nunca ouviu falar na Lei Maria da Penha. Então, existem lacunas a serem preenchidas na nossa sociedade sob o ponto de vista da informação, da direção e do incentivo para que as mulheres denunciem e se protejam porque existe muita vida sendo ceifada”, frisou.

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