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Página - Prefeitura amplia diálogo com famílias que vivem em área de domínio público

Prefeitura amplia diálogo com famílias que vivem em área de domínio público

Efeito de Onda

Página Prefeitura amplia diálogo com famílias que vivem em área de domínio público

  • 06/02/2018 às 14:29

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Assessoria da Prefeitura

A Prefeitura de Nova Ubiratã, por meio dos departamentos jurídico e de engenharia, ampliou o diálogo sobre o processo de desocupação de uma área de domínio público situada à margem esquerda da rodovia MT-242.

Considerado de risco, o local abriga quatro residências construídas irregularmente no traçado original da Perimetral Colonizador Iassutaro Matsubara (Perimetral Sul).

Conforme o Poder Executivo, os verdadeiros proprietários dos terrenos chegaram a ser indenizados no passado, porém o local foi novamente invadido, desta vez por seus familiares.

Para sanar o problema a atual administração propôs a construção e doação, a titulo de indenização, de quatro novas residências as famílias atingidas.

O diálogo precisou ser ampliado depois que parte dos beneficiados questionou a qualidade do sistema construtivo implantado na obra que é executada pela empresa LFM Engenharia e Construtora Eirelli, vencedora do processo licitatório para construção dos imóveis de 45,04 metros quadrados cada.

Por sua vez a Administração Municipal rechaçou qualquer anormalidade praticada pela empresa contratada.

“A obra é supervisionada por dois engenheiros civis da empresa e uma arquiteta do departamento de engenharia da prefeitura. Além do mais esse sistema construtivo [sapata corrida e alvenaria de amarração] é o mesmo utilizado na construção de 107 casas do bairro Jardim Vitória além de outras 9 unidades habitacionais (pulverizadas) feitas em nossa gestão”, esclareceu o prefeito do município Valdenir José dos Santos.

Segundo o gestor, o imbróglio foi causado meramente por questões políticas e não deve atrapalhar o andamento das obras.

“A prefeitura firmou um compromisso e irá cumpri-lo. Caso os moradores não aceitem as casas nós iremos repassa-las para famílias de baixa renda. Não vou admitir interferência política, precisamos sanar esse problema que se arrasta por mais de uma década e não fazer politicagem”, disse o prefeito ao fazer menção a um vídeo que circula na internet e que mostra um grupo de vereadores e até servidores da legislativo questionando a qualidade do serviço em execução.

Aprovado pela Câmara de Vereadores - através do projeto de lei nº 731/2016 - o processo de desocupação custará aos cofres públicos R$ 281 mil reais.

O valor é proveniente da construção dos imóveis e da aquisição de dois terrenos de 600 metros quadrados (cada, situados nas esquinas das ruas Antônio Feijó com Minas Gerais, ambos em locais privilegiados.

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