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Página - Gestores discutem a reabertura da Cadeia Pública de Aripuanã

Gestores discutem a reabertura da Cadeia Pública de Aripuanã

Efeito de Onda

Página Gestores discutem a reabertura da Cadeia Pública de Aripuanã

  • 02/03/2021 às 16:07

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Assessoria da Prefeitura

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, se reuniu-se nesta segunda-feira (01.03) na sede da AMM com deputado estadual Dilmar Dal Bosco, a prefeita de Aripuanã Seluir Peixer e vereadores do município para debater sobre a reabertura da Cadeia Pública da cidade de Aripuanã.


A cadeia pública de Aripuanã foi desativada em maio de 2019, A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), explicou no momento que, desativou a cadeia diante da decisão liminar de uma Ação Civil Pública, a qual determinou a nomeação de 18 agentes penitenciários, um enfermeiro e um médico para a cadeia da cidade. Considerando a atual situação econômico-financeira do Estado na época, a nomeação de servidores foi vedada pelos decretos números 07 e 08, de 17 de janeiro de 2019, que tratavam de medidas visando o equilíbrio das contas públicas, diante da situação de calamidade financeira. A Cadeia Pública de Aripuanã tem capacidade de 60 vagas.


A prefeita de Aripuanã, Seluir Peixer explanou a situação para os gestores e pediu auxílio para uma conversa na Secretaria de Estado de Segurança Pública para a reativação da cadeia. “Nossa população aumentou muito nos últimos tempos, precisamos reforçar a segurança da cidade, proponho uma parceira com Estado uma vez que a situação econômica de Mato Grosso não está mais em situação de calamidade, precisamos unir forças para a colaboração da reabertura da Cadeia Pública”, falou a prefeita.


Outro assunto tratado na reunião foi a regularização fundiária da Gleba Conselvan, ainda considerado um bairro da cidade, há quase 80km de distância. Os vereadores Beto Casteliano, Caxeta, Érika da Conselvan, Nenê Cabeleireiro e Sineia da Galáxia defendem a regularização das propriedades.


Segundo os vereadores, aproximadamente 10 mil pessoas residem na Gleba. Desde então, a região vem sofrendo com uma disputa judicial entre os moradores, dono do terreno e o Estado, que também é detentor de parte da área. A situação acaba prejudicando a todos os envolvidos, pois o empresário não pode utilizar a terra e a população também não recebe a documentação legal para conseguir os empréstimos e financiamentos públicos para produzir, o que também prejudica o Estado.
 

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