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Página - Escola recebe a visita de índios da Aldeia Paresi em Campo Novo do Parecis

Escola recebe a visita de índios da Aldeia Paresi em Campo Novo do Parecis

Efeito de Onda

Página Escola recebe a visita de índios da Aldeia Paresi em Campo Novo do Parecis

  • 23/05/2016 às 09:38

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Assessoria da Prefeitura

O projeto intitulado “A Cultura Afro-Indígena na Escola”, desenvolvido pela Escola Estadual ‘João Monteiro Sobrinho’, em Nova Olímpia, tem oportunizado aos alunos momentos especiais e de aprendizagem sobre a cultura dos povos indígenas.

Além do trabalho em sala de aula, pesquisa na biblioteca e sites, durante todo o dia 18, os alunos tiveram contato com povos Paresi, da aldeia Quatro Cachoeiras Marekwa (terra Utiariti), localizada em Campo Novo dos Parecis. Acompanhados pelo cacique Raimundo Zuinazokae e pelo servidor da Funai, Getúlio Rodrigues, 15 indígenas apresentaram sua cultura, tradições através de danças, pinturas, utensílios e objetos artísticos. As apresentações aconteceram nos três períodos de aula. "Trazemos para a escola um pouco da nossa cultura e esperamos aprender também com as pessoas de Nova Olímpia”, disse o cacique que presenteou a escola com objetos confeccionados pela aldeia. “Para todos da escola, direção, coordenação, professores, alunos e comunidade, foi uma aula muito rica que recebemos com a visita da aldeia Paresi”, destacou o diretor da Escola Darlan Paes.

PROJETO

O projeto pedagógico “A Cultura Afro-Indígena na Escola – Enfrentamento do Preconceito e Discriminação” é desenvolvido pelos professores Flavia de Paula, Claudia Gonçalves, Orlando Cesar, Joanize Cristina, Josué de Campos e Ivanir Gonçaves e conta com o apoio da direção, professor Darlan e da coordenação pedagógica, professoras Flaine Castanheira e Sandra Rodrigues Santos e demais servidores da escola.

Segundo Flávia, o projeto iniciou em março e segue até novembro. Na primeira etapa, trabalhou-se com os alunos a temática indígena, com conceitos, oficina de artes com máscaras, pinturas, música, dança; e na segunda etapa, o estudo será voltado para a cultura africana e afro-brasileira. Na culminância, em novembro, haverá diversas apresentações fechando todo o estudo acerca dos temas. 

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