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Página - Com leitos ocupados Várzea Grande não tem como internar novos pacientes

Com leitos ocupados Várzea Grande não tem como internar novos pacientes

Efeito de Onda

Página Com leitos ocupados Várzea Grande não tem como internar novos pacientes

  • 26/06/2020 às 09:47

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Divulgação

Com 100% de todas as vagas preenchidas nas três unidades de Pronto Atendimento e de Urgência e Emergência, momentaneamente, Várzea Grande, não tem como promover novas internações, mesmo assim, mantém os atendimentos ambulatoriais de urgência e emergência.

A informação é do secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, sinalizando que mesmo a cidade estando com sua estrutura pública destinada para casos não Covid- 19, tem 41 pacientes aguardando vagas de UTI e de enfermarias nas unidades referências para a Coronavírus na Grande Cuiabá.

“A saúde como um todo está com sua capacidade de internação esgotada, mesmo que momentaneamente, mas o que preocupa é o avanço dos casos em todas as regiões de Mato Grosso e o crescimento naquelas mais populosas. Estamos classificados como muito alto junto com outras 14 cidades, só que Várzea Grande tem a menor taxa de contaminação e incidência da doença entre as sete principais”, disse o secretário apontando que os esforços devem ser no sentido de garantir o atendimento para aqueles que necessitam do Sistema Único de Saúde – SUS.

Ele reafirmou o compromisso da Prefeitura de Várzea Grande no sentido de continuar trabalhando para enfrentar a pandemia, mas foi taxativo, “a situação se não for revertida tende a se tornar dramática para todos, pois a Covid- 19 não escolhe classe social, não escolhe cor, nem religião, portanto, cada um tem que fazer sua parte, sob pena da conta ser a mais grave possível”, disse Diógenes Marcondes.

O distanciamento social, segundo o titular da saúde pública da segunda maior cidade de Mato Grosso, continua sendo a mais importante medida para o enfrentamento da pandemia, conjugada com as medidas de higienização, uso de máscara e o mínimo contanto possível para aqueles que não pode ficar em isolados.

Diógenes Marcondes defendeu o endurecimento das regras de isolamento social, definidas no decreto 41 da prefeita Lucimar Sare de Campos, e apontou que sempre houve a preocupação com o emprego e renda das pessoas, mas sempre tendo em primeiro lugar a saúde pública de toda a população da cidade, de Mato Grosso e do Brasil.

“Ou as pessoas reveem seus conceitos quanto à pandemia do Coronavírus, ou mais vítimas se terão pela frente e não apenas em termos de óbitos, mas também em termos de convivência em sociedade e de respeito as regras mínimas”, explicou ele reafirmando os esforços daqueles que se encontram na linha de frente. “Os profissionais da área de saúde desde à Atenção Básica até aqueles que atuam na alta complexidade, Utis e outros são verdadeiros heróis por enfrentarem a pandemia segundo a vocação de salvar vidas”, disse Diógenes Marcondes sinalizando ainda respeito a todos os demais outros profissionais.

Outra área fundamental, neste momento, são aqueles envolvidos na fiscalização e cumprimento das regras de isolamento social, de funcionamento do comércio e da indústria, que como os demais se expõem todos os dias para conscientizar a população de que o distanciamento social ainda é a arma mais poderosa nesta guerra contra o inimigo invisível.

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