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Página - Cidade entrega Casa de Acolhimento para Meninas em situação de risco

Cidade entrega Casa de Acolhimento para Meninas em situação de risco

Efeito de Onda

Página Cidade entrega Casa de Acolhimento para Meninas em situação de risco

  • 12/05/2021 às 08:47

Fonte: Assessoria da Prefeitura

Crédito: Assessoria da Prefeitura

Um ambiente com espaço adequado e aconchegante para acomodar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco social, bem como aquelas que tiveram quebra de vínculos afetivos por agressões e abusos. A nova Casa de Acolhimento para Meninas foi entregue pelo prefeito Kalil Baracat e pela primeira-dama, a Promotora de Justiça Kika Dorilêo Baracat, em solenidade que seguiu todas as normas de biossegurança. O local cumpre determinação do Poder Judiciário e recomendação do Ministério Público, que exige que o município dê amparo aos menores que sofreram ou sofrem negligência.

“Esta Casa foi idealizada para abrigar, especificamente, o público feminino e será gerenciada por uma equipe multifuncional da Secretaria de Assistência Social, que dará afeto, suporte psicológico e educacional, além de amparo às crianças e adolescentes vítimas de violência”, destacou o prefeito Kalil Baracat, afirmando que essa também é uma preocupação constante da primeira-dama, que possui um olhar atento e especial às causas sociais.

O prefeito acrescenta que a inauguração da Casa de Acolhimento para Meninas é a materialização de um projeto edificado pela primeira-dama Kika, e faz parte do plano de governo que visa fortalecer ainda mais a Rede de Proteção para os mais vulneráveis.

Kalil lembrou que Várzea Grande tem uma Casa de Acolhimento, mas atendia tanto meninas quanto meninos, o que acaba gerando preocupações extras e redobradas e que a partir de agora eles estarão em locais separados.

O evento, integrante da programação alusiva ao aniversário de 154 Anos de Fundação de Várzea Grande, contou com a presença de várias autoridades, dentre eles, do vice-prefeito José Hazama; da Delegada da Mulher, Criança e Idoso, Muriel Antonine; da Defensora Pública, Cleide Nascimento; do representante da Promotoria de Justiça Cível do Fórum de Várzea Grande, Douglas Lingiardi Strachicini; do presidente do Conselho de Saúde, Marcos Castro; da diretora da Liga de Reestruturação das Irmãs Ofendidas Em Seu Sentimento – LIRIOS, Marília Nunes e secretários municipais.

A primeira-dama, Kika Dorilêo Baracat, apontou a importância de a Casa ter sido configurada com elementos que remetem ao afeto, ao aconchego e à proteção, itens que a pessoa agredida dá mais valor. “Aqui é um lugar que recebe com carinho as meninas com experiências tristes, com traumas e elas precisam se sentir seguras, cuidadas para que se fortaleçam e percebam que é possível recomeçar, que existem possibilidades de uma nova história”, pontuou ela.

A delegada da Mulher, Criança e Idoso do município de Várzea Grande, Muriel Antonine, elogiou a nova Casa de Acolhimento para Meninas e, sobretudo, essa nova gestão que desde o começo está aberta ao diálogo, discutindo melhorias para esses segmentos e disposta em colocar em prática políticas públicas voltadas para setor social. “Esses jovens afastados de seus lares, judicialmente, necessitam de cuidados e aqui estarão amparados. É preciso oferecer uma casa de acolhimento exclusiva para meninas e, em pouco tempo, a atual gestão atendeu a um anseio do Judiciário e do Conselho Tutelar”, destacou.

Como explica a secretária de Assistência Social, Eliamara Araújo, a Casa de Acolhimento funciona como um lar temporário, onde as crianças e adolescente de seis anos a 17 anos e 11 meses ficam sob a guarda de cuidadores, onde terão assistência médica, jurídica e psicológica para que possam ter condições de retornarem a seus lares ou até que tenham condições de serem introduzidas ao mercado de trabalho. “A Casa foi criada com muito carinho e dispõe de biblioteca, espaço de estudos e lazer. As meninas irão cumprir suas atividades escolares normalmente, além de atividade extracurricular”.

Por sua vez, a gerente da Casa de Acolhimento, Ceila Cristina Góes, disse que todas as meninas que chegam ao lar são encaminhadas pelo Conselho Tutelar, depois de constatada violência, ficando a partir daí sob cuidado do município.  “Aqui essas crianças e adolescentes terão seus direitos respeitados. Temos uma equipe capacitada para bem atendê-las e com auxílio 24 horas por dia”, afirma a gerente, informando ainda que o lar tem suporte para acolher até 10 meninas, com apoio e calor humano, respeitando o direito à saúde, alimentação, educação e lazer. 

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