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Chuvas provocam estragos e afetam órgãos Públicos Municipais
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Crédito: Assessoria da prefeitura
As fortes chuvas que caíram em Várzea Grande neste sábado acabaram provocando uma série de transtornos para a cidade e também em órgãos da administração pública municipal.
A força dos ventos deixou mais de 17,5 mil pessoas sem energia elétrica. Diversos postes de iluminação também foram derrubados. Entre os meses de setembro e outubro pelo menos outros duas fortes ventanias com chuvas causaram prejuízos para milhares de pessoas.
Duas unidades de saúde, o Complexo de Especialidades em Saúde – CES, mais conhecido como Postão, no centro da cidade e a Unidade Básica de Saúde - UBS que atende aos bairros Ouro Verde e São Simão, além de cinco escolas municipais sofreram diversas avarias.
Nenhuma destas unidades funcionam durante o fim de semana, mas alguns terão seu funcionamento a partir de amanhã ou suspenso ou comprometido em parte.
A prefeita Lucimar Sacre de Campos visitou as unidades atingidas pelas chuvas e reuniu uma frente de trabalho envolvendo principalmente as Secretarias de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, além da Secretaria de Obras e Viação para em conjunto com as pastas de Saúde e Educação promoverem os reparos emergenciais necessários.
A Guarda Municipal promoveu dezenas de atendimentos, mas não registrou nenhuma vítima fatal.
“Primeiro de tudo necessitaremos de levantamentos de custos e de serviços emergenciais para poder no mais curto espaço de tempo voltar os atendimentos. Aonde não for possível retomar o atendimento a população, os serviços serão transferidos para outras unidades ou então serão alugados espaços enquanto perdurarem as obras de reforma geral”, disse Lucimar Sacre de Campos.
Para o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes, a pior avaria foi no Complexo de Especialidades em Saúde – CES que não poderá inicialmente funcionar muitas de suas dependências que ficaram extremamente danificadas.
“Já estamos trabalhando desde o sábado para promover o levantamentos dos estragos e começar reformas emergenciais”, disse o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes frisando que o Complexo de Especialidades em Saúde – CES não irá funcionar até que seja possível redimensionar a estrutura que sofreu avarias consideráveis, como a queda de parte do telhado da unidade.
Outra unidade afetada, mas que funciona dentro do Complexo de Especialidades em Saúde – CES, é o Centro de Especialidades em Reabilitação – CER, que também ficará paralisado até que seja possível verificar outro lugar para funcionamento ou mesmo obras que permitam o funcionamento mesmo que de forma precária até a reforma total do imóvel que é alugado pela administração municipal que já se reuniu com o proprietário para a tomada de providências.
O titular da pasta de Educação, Silvio Fidelis assinalou que apesar de cinco unidades escolares terem algum tipo de avaria, nenhuma delas será obrigada a paralisar suas atividades, enquanto se promovem os reparos necessários.
“Os primeiros levantamentos mostram pequenos problemas com telhas e goteiras, mas os engenheiros da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande já trabalham nos levantamentos e nos reparos emergenciais de olho no final do ano letivo que acontece entre a segunda quinzena de novembro e a primeira quinzena de dezembro”, disse Silvio Fidelis.
O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Breno Gomes sinalizou que entre sábado a noite e durante parte do domingo foram retiradas mais de 50 árvores derrubadas, fora outros tipos de pedidos da população relativos a muros caídos ou galerias pluviais entupidas pelo excesso de lixo provocado por ventanias e por folhas das árvores.
“Estamos com três equipes de plantão para atender a qualquer demanda, mas foram muitos os estragos materiais”, disse Breno Gomes que lembrou ser essenciais que a população ajude a Prefeitura não deixando lixo que possam acumular e acabar provocando o entupimento das bocas de lobo ou grade protetora de bueiros.
Segundo o titular da pasta de Serviços Públicos apesar das chuvas torrenciais e de ventanias além dos normal para nossa região, os estragos ficaram por conta de danos materiais e nenhuma vítima fatal ou problemas mais graves.
A prefeita Lucimar Sacre de Campos cobrou dos titulares da pasta planos estratégicos para enfrentamento de situações de calamidade para minimizar impactos decorrentes de acidentes climáticos provocados pela força da natureza diante das previsões de que ainda em novembro deverão ocorrer tempestades com chuvas e ventos.
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