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Atrasos em repasses atingem 51 municípios e sete hospitais de MT
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Página Atrasos em repasses atingem 51 municípios e sete hospitais de MT
Crédito: Freepik
O Governo do Estado está em atraso, desde novembro do ano passado, com os repasses à Saúde de 51 municípios e dos hospitais regionais de Cáceres, Sorriso, Alta Floresta, Sinop, Colíder, Rondonópolis e o Metropolitano de Várzea Grande. O secretário estadual de Saúde, João Batista Pereira, informou que o Governo vai regularizar a situação, até o início da próxima semana. Segundo ele, o governador Pedro Taques (PSDB) e a equipe econômica estão fazendo esforço concentrado para aumentar os recursos destinados ao setor com objetivo de assegurar os pagamentos.
“Estamos trabalhando para colocar a situação em ordem. De ontem (11) até terça (16), vamos estar com os pagamentos normalizados para regularizar a situação”, declarou João Batista em entrevista à Rádio Centro América na manhã desta sexta (12).
No entanto, a informação dada por João Batista é contestada pelo presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), prefeito de Nortelândia, Neurilan Fraga (PSD). O dirigente municipalista lembra que o secretário de Estado Luiz Carlos Nigro, que assumirá a chefia da Casa Civil nos próximos dias, até confirma repasses para o início da próxima semana, mas de apenas parte dos atrasados. “O problema é que ouvi do próprio Nigro que os repasses que serão feitos no início da semana aos municípios e hospitais regionais não vão colocar em dia os pagamentos em atraso. A situação não será resolvida por completo”, disse Neurilan em entrevista ao
.
João Batista não revela as quantias em atraso, mas confirma que atinge os 51 municípios e sete hospitais. Conforme o secretário, o atraso dos repasses para os municípios também prejudica a prestação de serviços na Capital. “Pacientes não atendidos nos municípios vêm pra Cuiabá, o que sobrecarrega a Capital. Quero agradecer o prefeito Mauro Mendes e o secretário Ary Soares pela compreensão”, pontua.
Além disso, João Batista culpa a crise financeira e a gestão anterior pelos atrasos nos repasses. Ele lembra que a crise financeira e a quebra da safra agrícola afetaram a arrecadação do Estado. “Pegamos o Estado em situação calamitosa. A Conta Única estava com R$ 84 mil, um grande absurdo. Mas não podemos dar essa desculpa. Temos que trabalhar para resolver a situação”, concluiu o secretário.
No cargo desde 28 de julho, João Batista substituiu Eduardo Bermudez, que não consegui responder às demandas da pasta. Esta será a terceira mudança na Saúde nestes 16 meses do Governo Taques.
O tucano começou com Marco Bertúlio. Em outubro do ano passado, o substituiu por Eduardo Bermudez. Agora, nomeou João Batista que foi secretário municipal de Saúde em Nova Mutum.
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