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Página - Gestores têm até 15 de junho para atualização de obras do PAC Saúde

Gestores têm até 15 de junho para atualização de obras do PAC Saúde

Efeito de Onda

Página Gestores têm até 15 de junho para atualização de obras do PAC Saúde

  • 11/06/2025 às 07:05

Fonte: Agência CNM

Crédito: Divulgação AMM

Segue até o dia 15 de junho o prazo para que os gestores municipais alimentem o Sistema de Monitoramento de Obras (Sismob) com as informações sobre as obras. Caso a obra esteja em processo licitatório, o gestor precisa, também, colocar as informações no sistema. 

A decisão se aplica a todos os Municípios que já deram início ao processo de planejamento de obra e registraram suas ações no Sistema, como: apresentação do projeto básico à vigilância sanitária, publicação do edital de licitação da obra escolhida ou assinatura do contrato, dentre outras. Caso não faça a atualização, todo o processo pode ser cancelado e o Município não recebe o recurso. 

O fluxo de obras executadas por meio de transferências “fundo a fundo” na área da saúde se divide em quatro etapas: ação preparatória; início de execução; execução e conclusão; e entrada em funcionamento. A ação preparatória é a etapa que se inicia com a habilitação da portaria do Ministério da Saúde e compreende todos os atos necessários para se dar início às obras. Após a superação dessa etapa, o Ministério faz a transferência dos recursos financeiros previstos.

Para superar a ação preparatória, devem ser comprovados alguns requisitos. Dentre eles: aprovação da Vigilância Sanitária local ou documento equivalente; edital de licitação; licitação homologada; contrato assinado; ordem de serviço emitida; documento de posse ou propriedade do terreno; indicação da empresa responsável; nomeação dos fiscais de obra e de contrato; e instalação de placa identificando a obra. 

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) reitera que os entes municipais reflitam sobre a necessidade da pactuação de obras com o PAC, especialmente se as obras paradas e inacabadas forem decorrentes de PAC anteriores. A entidade reforça que o gestor deve estar atento sobre a utilização dos recursos próprios na aplicação da obra, caso o repasse do governo federal não seja suficiente. 

Além disso, alerta para a importância de os Municípios se planejarem financeiramente quanto à manutenção das unidades, considerando que os repasses do Ministério da Saúde podem levar tempo até serem efetivamente implantados.

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